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SANTA CLARA DE ASSIS - O PRIVILÉGIO DE SER POBRE

SANTA CLARA DE ASSIS - O PRIVILÉGIO DE SER POBRE

12,00 €
Disponível
Referência: 972-784-327-5

Após o slogan do "regresso às fontes", seguiu-se um tempo mais voltado para a devoção e para a hagiografia no Franciscanismo. Passado o centenário do nascimento de Santa Clara (1993/94), abriram-se novos canais de investigação. Neste livro, Frei José António Correia Pereira procurou navegar nesses canais, apresentando um excelente e meticuloso trabalho de investigação, bem documentado com o antigo e o com o novo. O fio condutor é o Privilégio de Pobreza.
"Santa Clara – diz o autor -, percebeu a sua missão. Num mundo em transformação, que trouxe à cidade de Assis profundas mudanças sociais, para as quais a Igreja feudal não encontrara resposta adequada, a comunidade de Clara respondeu com novos paradigmas de vivência de fé. Ao revelar-nos a essência do legado de Clara, o autor leva-nos a compreender a paixão dolorosa de uma mulher muito fiel e com uma personalidade forte, que soube ultrapassar a tensão secular entre a “autoridade e carisma”.
Quando o Papa Francisco convoca a Igreja do século XXI para um Sínodo sobre a sinodalidade, lança-nos o mesmo desafio que motivou Francisco e Clara: dar uma resposta evangélica aos problemas do nosso mundo. Tal como no século XII, também hoje urge regressar à essência do cristianismo.
Irmã Maria Victoria Triviño, osc.

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Após o slogan do "regresso às fontes", seguiu-se um tempo mais voltado para a devoção e para a hagiografia no Franciscanismo. Passado o centenário do nascimento de Santa Clara (1993/94), abriram-se novos canais de investigação. Neste livro, Frei José António Correia Pereira procurou navegar nesses canais, apresentando um excelente e meticuloso trabalho de investigação, bem documentado com o antigo e o com o novo. O fio condutor é o Privilégio de Pobreza.
"Santa Clara – diz o autor -, percebeu a sua missão. Num mundo em transformação, que trouxe à cidade de Assis profundas mudanças sociais, para as quais a Igreja feudal não encontrara resposta adequada, a comunidade de Clara respondeu com novos paradigmas de vivência de fé. Ao revelar-nos a essência do legado de Clara, o autor leva-nos a compreender a paixão dolorosa de uma mulher muito fiel e com uma personalidade forte, que soube ultrapassar a tensão secular entre a “autoridade e carisma”.
Quando o Papa Francisco convoca a Igreja do século XXI para um Sínodo sobre a sinodalidade, lança-nos o mesmo desafio que motivou Francisco e Clara: dar uma resposta evangélica aos problemas do nosso mundo. Tal como no século XII, também hoje urge regressar à essência do cristianismo.
Irmã Maria Victoria Triviño, osc.

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